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Deus

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 - Parte 2
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(Leia Deus Parte 1 Primeiro)

Deus: Validado pela Investigação Científica
Em uma tentativa de refutar a necessidade de Deus, o estudante de pós-graduação Stanley Miller executou o famoso Miller-Urey experimento, conhecido como "faísca e sopa", em 1953. Miller baseou a sua experiência nas observações feitas por Harold Urey em 1952 sobre as condições atmosféricas necessárias para a geração espontânea dos "blocos de construção" da vida. O resultado irônico da obra de Miller foi a validação do argumento da Criação. Urey demonstrou que as pressupostas condições atmosféricas da terra primitiva eram letais para os "alicerces" da vida. O oxigênio destrói aminoácidos. No entanto, sem oxigênio para desviar os raios ultravioletas, UV destrói aminoácidos. Assim, a vida não pode se desenvolver como resultado de geração espontânea, com ou sem oxigênio. A geologia indica que o oxigênio tem sempre sido uma parte da atmosfera da terra (cada camada dos estratos, incluindo as camadas mais baixas, são compostas de rocha oxidada). Além disso, Miller demonstrou que a Geração Espontânea cria material letal para os "blocos de construção" da vida. O experimento de Miller-Urey produziu 85% de alcatrão, substância tóxica para a vida. Na verdade, o experimento de Miller produziu apenas "blocos de construção" de aminoácido em quantidades muito pequenas (cerca de 1,9% do produto total), mas eles mesmos eram prejudiciais à vida devido à sua composição estrutural. O princípio do "quiralidade" exige que todos os aminoácidos nas proteínas sejam 'canhotos', enquanto que todos os açúcares no DNA e RNA sejam 'destros'. O experimento de Miller produziu uma quantidade aproximadamente igual de material canhoto e destro, estabelecendo assim o absurdo matemático de tentar criar até mesmo os elementos básicos da vida a partir de um processo de "faísca e sopa". Miller também demonstrou a necessidade de informação em seu processo projetado. Miller realizou o experimento duas vezes, uma vez sob condições "naturais" aleatórias, e uma segunda vez através de uma "armadilha" sintética para prevenir que os aminoácidos resultantes fossem eletrocutados e destruídos por faíscas sucessivas. O primeiro teste, aquele que representou o acaso "natural", não produziu aminoácidos. Assim, a ciência, mesmo em uma tentativa de refutar Deus, demonstrou ainda mais a necessidade de um Criador.


Deus: Seus Atributos
Então, quais são os atributos desse Deus Criador? Em primeiro lugar, a Lei Natural da Causa e Efeito afirma que o efeito é sempre inferior à sua causa. Se toda a energia no universo veio de Deus, é lógico deduzir que Deus é todo-poderoso (Onipotente). Se todo o conhecimento da humanidade é o resultado de Deus, é lógico propor que Ele é conhecedor de tudo (Onisciente). Se tudo o que vemos originalmente veio de um Deus invisível, então Ele existe fora das nossas dimensões físicas (Transcendente). Se todos os seres humanos foram criados por Deus para ser seres pessoais, então Deus deve ser um ser pessoal. Então, o que esse Deus criador onipotente, onisciente e transcendente quer da humanidade? O homem foi certamente criado por uma razão. O que é que todos os seres pessoais querem? A resposta: um relacionamento pessoal com outros seres pessoais.


Deus: Seu Propósito para a Criação
Curiosamente, a Bíblia descreve Deus como um criador pessoal, onipotente, onisciente e transcendente que quer um relacionamento pessoal com a humanidade. No entanto, a humanidade está separada de Deus pelo pecado, o resultado de seu dom do livre-arbítrio. Além disso, a Bíblia nos diz que deve haver punição pelos crimes da humanidade contra Deus - pela quebra de sua Lei Divina. Mas isso não é justo. Não nos criamos com essa capacidade de pecado, então não deveríamos ter que pagar por suas consequências. Bem, o que seria justo? E se Deus escolheu pagar o preço por nós? "Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados" (1 João 4:9-10). "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16).

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