Existencialismo

Existencialismo

 - Uma Filosofia

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Existencialismo – Sua Definição
O existencialismo, no seu sentido mais amplo, é uma filosofia do século 20 que está centrada na análise da existência e do modo como os homens existem no mundo. A ideia é que os seres humanos existem em primeiro lugar e, em seguida, cada indivíduo passa a vida inteira mudando sua essência ou natureza.

Em termos mais simples, o existencialismo é uma filosofia preocupada em encontrar o nosso próprio “eu” e com o sentido da vida através do livre arbítrio, escolha e responsabilidade pessoal. A crença é que as pessoas estão tentando descobrir quem e o que são por toda a vida à medida que fazem escolhas baseadas em suas experiências, crenças e perspectivas. Além disso, as escolhas pessoais tornam-se únicas sem a necessidade de uma forma objetiva de verdade. Um existencialista acredita que uma pessoa deve ser forçada a escolher a ser responsável sem a ajuda de leis, normas étnicas ou tradições.

Existencialismo - O que é e o que não é
Existencialismo leva em consideração os conceitos subjacentes:

  • Livre-arbítrio humano
  • A natureza humana é escolhida através de escolhas da vida
  • Uma pessoa é melhor quando está lutando contra a sua natureza individual; lutando pela vida
  • Decisões não são sem estresse e sem consequências
  • Existem coisas que não são racionais
  • Responsabilidade pessoal e disciplina são fundamentais
  • A sociedade não é natural e suas tradicionais regras religiosas e seculares são arbitrárias
  • Desejo mundano é fútil
O existencialismo é geralmente definido em uma variedade de conceitos e não pode haver apenas uma resposta capaz de defini-lo por completo. No entanto, sabemos que essa ideologia não suporta nenhum dos seguintes procedimentos:
  • riqueza, prazer e/ou honra tornam a vida boa
  • os valores sociais e estrutura controlam o indivíduo
  • aceite as coisas do jeito que são e isso é suficiente na vida
  • a ciência pode e vai fazer tudo melhor
  • as pessoas são basicamente boas mas corrompidas pela sociedade ou por forças externas
  • mentalidade de "Eu quero do meu jeito, agora!" ou "Não é minha culpa!"
Existe uma grande variedade de ideologias filosóficas, religiosas e políticas que compõem o existencialismo, então não há um consenso universal sobre um conjunto arbitrário de ideais e crenças. As políticas variam, mas cada uma busca a maior quantidade de liberdade individual para as pessoas daquela sociedade.

Existencialismo - Impacto na Sociedade
Ideias existencialistas surgiram de uma época na sociedade em que havia um profundo sentimento de desespero após a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Havia um espírito de otimismo na sociedade que foi destruído pela Primeira Guerra Mundial e suas calamidades de meados do século. Esse desespero foi articulado por filósofos existencialistas na década de 1970 e continua até hoje como uma forma popular de pensar e raciocinar (com a liberdade de escolher o sistema de crenças e estilo de vida moral e preferencial).

Um existencialista poderia ser um moralista religioso, relativista agnóstico ou um ateu amoral. Kierkegaard, um filósofo religioso, Nietzsche, um anti-cristão, Sartre, um ateu, e Camus, também um ateu, são creditados por suas obras e escritos sobre o existencialismo. Tem-se registrado que Sartre atraiu a maior atenção internacional ao existencialismo no século 20.

Cada um basicamente concorda que a vida humana não é de nenhuma forma completa e totalmente satisfatória por causa do sofrimento e das perdas que ocorrem quando se considera a falta de perfeição, poder e o controle que se tem sobre sua própria vida. Embora concordem que a vida não seja otimamente satisfatória, ela não deixa de ter significado. O existencialismo é a busca e jornada ao verdadeiro “eu” e ao verdadeiro significado pessoal na vida.

Mais importante ainda, é o ato arbitrário que o existencialismo acha mais censurável, ou seja, quando alguém ou a sociedade tenta impor ou exigir que as suas crenças, valores ou normas sejam fielmente aceitos e obedecidos. Os existencialistas acreditam que isso destrói o individualismo e faz que uma pessoa se torne o que as pessoas de poder querem, portanto, elas são desumanizadas e reduzidas a um objeto. O existencialismo salienta então que o julgamento de uma pessoa é o fator determinante ao que deve ser acreditado e não os valores arbitrários, religiosos e seculares.

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